INÍCIO

Completando 38 anos de existência a ASSOMMM tem como objetivo auxiliar a categoria nos diferentes setores, dando auxilio jurídico e empregatício, debatendo assuntos pertinentes a categoria mercante, promovendo e apontando os melhores cursos e incentivando uma boa conduta de segurança a bordo com apoio constante no dia-dia do Oficial Mercante.

A ASSOMMM Conta com uma ótima equipe de profissionais, bem como parceiros empregados, empregadores e instrutores de diferentes instituições unidos para uma melhoria constante da categoria.

Seja bem Vindo a ASSOMMM uma associação sem fins lucrativos que ao longo dos seus 38 anos vem mostrando sua força e seriedade na busca constante de um futuro melhor para O Oficial Mercante. Web Site Oficial: http://www.assommm.org

Av. Rio Branco N 45 / Sala 1714

Centro - Rio de Janeiro - RJ

Para falar conosco:

Tel: 21-2233-0388

Email: assommm@assommm.org

Foto por: Oficial de Náutica Nathalia Canoza

Encontre seu Navio:

E o Professor estava Certo 

           Este é um espaço fiel que servirá para relembrar e mostrar que a realidade da marinha mercante se fez presente em sala de aula e que hoje ao se deparar com o Mercado, o Oficial Mercante vê a realidade.

Tomada de Posse da ASSOMMM

A Associação dos Oficiais de Máquinas da Marinha Mercante, tem o prazer de comunicar que, em virtude da inscrição de apenas uma única chapa concorrente ao exercício do período compreendido entre 2011 à 2015 e cumprindo as exigências estatutárias e constitucionais, dará posse a nova diretoria para o quadriênio acima mencionado, na data de 08 de setembro de 2011 na sede da Associação dos Oficiais de Máquinas da Marinha mercante, situada à Av: Rio Branco numero 45, sala 1714 Rio de Janeiro RJ CEP: 20090-908

Nova Chapa ! quadriênio de 2011 à 2015

A Associação dos Oficiais de Máquinas da Marinha Mercante tem o prazer de apresentar a nova chapa para o quadriênio de 2011 à 2015 que tomará posse no dia de 08 de setembro de 2011. Como Presidente: Alexandre de Oliveira Gomes, Como Vise-presidente: José Ubiratan Manito, Como Tesoureiro: José Rafael Bezerra de Almeida, Como Procurador: Leonildo Ascendino Albuquerque Martins, Como Diretor Social: Roberto Nogueira Vitorino.

A Mais de 38 anos norteando a elite da marinha mercante

ASSOMMM MAIL

Direitos iguais

A 7ª Turma do TST considerou que a Noble Corp., a suíça dona da segunda maior frota de plataformas de petróleo do mundo, discrimina brasileiros.
Mandou a empresa conceder equiparação salarial a um conterrâneo que a acusou de pagar R$ 16 mil de salário a um gringo e R$ 11.500 a ele, pelo mesmo trabalho, numa plataforma a serviço da Petrobras na costa sergipana.

 

 

Jornal O globo , domingo 28 de agosto-2011, Coluna do Anselmo Gois

Petrobras quer treinar 230 mil profissionais

Falta de mão de obra foi um dos temas do evento ''Os Novos Desafios do Pré-Sal'', promovido pelo Grupo Estado

 

Na tentativa de qualificar profissionais para o setor de óleo e gás, a Petrobras planeja formar cerca de 230 mil trabalhadores de todos os níveis para cargos na cadeia produtiva da indústria do petróleo até 2013. Estão sendo treinados desde estudantes até profissionais para atividades técnicas, como soldadores, e engenheiros de diferentes especializações.

 

A precariedade da mão de obra é um dos principais desafios a serem superados para que a indústria do petróleo local, em processo de desenvolvimento acelerado pela descoberta e pelo início da produção do pré-sal, torne-se competitiva em relação à concorrência externa.

 

Os problemas do setor foram discutidos no seminário "Os Novos Desafios do Pré-Sal", promovido pelo Grupo Estado no auditório na Avenida Engenheiro Caetano Álvares, 55, no Bairro do Limão, em São Paulo. Participaram do evento o presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, e a diretora da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para exploração e produção, Magda Chambriard. Eles estiveram no painel final, "Os Caminhos a Seguir", e depois responderam a perguntas da plateia e de internautas.

 

Os problemas mais graves da indústria - como a carência de mão-de-obra, a dificuldade do cumprimento da exigência de conteúdo nacional e os gargalos logísticos, por exemplo - foram debatidos no painel de abertura, "Os Principais Gargalos".

 

Com mediação do jornalista João Caminoto, editor-chefe da Agência Estado, discutiram o tema o diretor do Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial, Norman Gall, autor de cinco artigos dominicais publicados no Estado entre janeiro e junho deste ano, sobre os desafios tecnológicos, logísticos, industriais e de financiamento do pré-sal; o economista Gustavo Gattas, do BTG Pactual; o diretor-superintendente da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), Eloy Fernández y Fernández; e Carlos Monge, diretor para a América Latina do Revenue Watch Institute, organização não governamental sediada em Nova York e dedicada ao monitoramento da aplicação dos recursos do petróleo e minerais em benefício das populações.

Desafio. A Petrobras estima que, se não houver um incremento expressivo na qualificação da mão de obra, a empresa e a cadeia produtiva do petróleo poderão chegar a 2015 com um déficit de cerca de 200 mil profissionais.

 

O diretor de Abastecimento da companhia, Paulo Roberto Costa, diz que a construção de novas refinarias exigirá um "trabalho gigantesco" de capacitação. " Já qualificamos 78 mil profissionais. (...) Devemos chegar por volta de 2013 com possivelmente 230 mil pessoas qualificadas", afirmou ele.

Para o executivo, o trabalho de investimento em formação de pessoal para a indústria brasileira de petróleo não pode ficar restrito somente à Petrobras. "Esse programa tem que ser feito por todos.

 

Muitas vezes empresários chegam para mim e falam: "Vamos ter encomenda, condições de financiamento, mas não temos gente". Eu viro e digo: "Não tem gente? O Brasil tem 190 milhões de pessoas e você vem dizer que não tem gente? (...) Você está fazendo a sua parte para qualificar?" Será que cada um de nós está fazendo a sua parte para qualificar as pessoas?", questiona Costa.

 

Fonte: Sergio Torres, “O Estado de S.Paulo”, agosto/11

Mudança no INSS: quem trabalha desde cedo ganha

Proposta prevê idade mínima de aposentadoria igual à dos servidores públicos e evita prejuízo no cálculo do benefício

 

POR LUCIENE BRAGA

 

Rio - Projeto para substituir o fator previdenciário torna melhor a perspectiva de aposentadoria para trabalhadores brasileiros que entram cedo no batente. A Proposta de Emenda Constitucional 10/2008, do senador Paulo Paim (PT-RS), não só derruba o redutor dos benefícios como estabelece igualdade de condições entre os segurados do INSS e os servidores públicos. Pelo texto já aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, o critério passa a ser a idade mínima: 60 anos, para homens, e 55 anos, para mulheres. Além disso, não há redutor. Cada segurado se aposentaria pela média salarial integral.

 

O senador explica que essa idade mínima padrão não seria aplicada de imediato e contaria com regra de transição para preservar quem já está no mercado de trabalho e espera se aposentar no curto ou no médio prazos. “Para começar, a idade média seria de 51 anos, para homens, e de 46 anos, para mulheres. A cada três anos, ela sofreria uma elevação até atingir a idade mínima final”, esclarece.

Paim acrescenta que os que entram cedo no mercado de trabalho contam ainda com uma regra adicional. “Nós levaremos em conta o tempo mínimo de contribuição, que é de 35 anos, para o
homem, e de 30 anos, para a mulher. Se um trabalhador tiver completado esse tempo, para cada ano trabalhado a mais, contariam dois”, explica. Assim, se um homem tiver 53 anos de idade e 35 anos de vínculo com o INSS, ele não precisaria chegar aos 60 para se aposentar. Como cada ano contam dois, se o Congresso Nacional aprovar a PEC 10 — e a presidenta Dilma Rousseff sancionar a regra —, o trabalhador poderia ter o benefício integral aos 57.

Outro aspecto do texto é a fixação de um bônus para os trabalhadores que continuarem a trabalhar, mesmo tendo atingido a idade ou
o tempo de contribuição mínimos. Seria possível elevar o benefício em 1/35 (homens) e 1/30 (mulheres) por cada ano a mais de contribuição.

Quem voltar a trabalhar também pode obter o benefício aumentado, oficializando a regra da desaposentação — que ainda está em discussão no Supremo Tribunal Federal (STF). O adicional seria incorporado a cada três anos, até a aposentadoria definitiva.

Representantes de aposentados querem alternativa

CUT — presidente da central, Arthur Henrique afirma que a entidade vai continuar a lutar para derrubar o fator. “Vamos fazer também o que estiver ao nosso alcance para barrar a proposta, que já veio à luz, de criar idade mínima para aposentadorias”, escreveu em seu blog. Segundo ele, a proposta para combater o prejuízo para quem começa a trabalhar cedo é valorizar o tempo de contribuição e ampliar a cobertura do INSS.

COBAP — Warley Gonçalles, presidente da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap), também é contra a idade mínima, mas admite que a regra proposta pela PEC
10 é a mais vantajosa até o momento. “Temos também aquela proposta que ficou parada na Câmara, no projeto de lei que trata do fim do fator, que é a fórmula 85/95. Por ela, não há bônus. Essa é mais branda e garante o salário médio integral”, pondera o aposentado, que adverte que o movimento vai intensificar este ano a campanha para derrubar o fator previdenciário.

FORÇA — João Batista Inocentini, presidente do Sindicato dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical, diz que o debate precisa ser bem específico para não prejudicar quem está no mercado de trabalho e foi assaltado por consecutivas reformas da previdência nos últimos 20 anos. “Eu defendo tratamento diferenciado para quem hoje está prestes a se aposentar e para quem já contribui há mais tempo. Quem ainda vai entrar no mercado de trabalho teria uma outra regra”, sugere o sindicalista.

Argumento de déficit é contestado

Integrante da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara, a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) diz que é radicalmente contra o fator previdenciário. “Fui relatora do fator previdenciário, quando foi aprovado. Relatei e tentei criar uma alternativa e fui derrotada. Venceu a maioria e continuo achando uma punição”, diz.

“Sou contra a proposta de idade mínima, porque o Brasil é diferente dos países europeus. Aqui, se começa a trabalhar muito cedo. Tiro pelo meu pai que, aos 35 anos, não conseguia emprego. A partir de determinada idade, não se acessa o mercado de trabalho”, justifica a deputada.

Para Jandira, é preciso acabar de vez com o discurso de déficit no INSS que é utilizado para embasar ajustes ou nova reforma nas bases do Regime Geral da Previdência Social. “A rubrica da Seguridade Social teve, no ano passado, um superávit de mais de R$ 30 bilhões. O que se usa para descrever como fonte de arrecadação é o recolhimento sobre a folha de pagamento. Mas há muitas outras, como percentual sobre o lucro das empresas, loterias e outros”, defende ela.

Consultor da Cobap, Maurício Oliveira reforça: “O governo insiste que qualquer projeto que beneficie os aposentados e pensionistas aumentaria o déficit da Previdência, ou seja, nunca há recursos para melhorar a vida dos que já contribuíram para uma aposentadoria digna. No balanço financeiro oficial, mais de R$ 14 bilhões estão sobrando e ninguém sabe para onde esse dinheiro vai. Vamos perguntar às autoridades competentes o que é feito desse dinheiro”, protesta Oliveira.

 

http://odia.terra.com.br/portal/economia/fotos/11/04/03_infografico.jpg